terça-feira, 23 de novembro de 2010

LUTAS DESARMADAS

Em meio a conflitos internos,
rebeldes, intensos e ternos...
na pútrida solidão eterna;
luta indecisa e fraterna.

lá no covil encarna,
jorra o sangue e enfurna,
a sujeira daqueles olhares externos,
E no âmago o peito expor, eternos...

olhares que brilham com a dor!
malditos furiosos naquele ponto,
Quem os olha e sente o odor,

Do sangue fétido, em seu explendor.
A Fúria da fera, falida em seu canto
Abatida em seu leito, velho caçador.

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